quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Nota de Falecimento - Cel. Raul Pereira Dias

Ele começou suas atividades tradicionalistas lá no pioneiro 35  CTG, em 1982, e deu vasta contribuição ao tradicionalismo no passado e foi braço forte da 1ªRT por muitos anos. Cel Raul nos deixou.

             O Movimento Tradicionalista Gaúcho comunica e lamenta, profundamente, o falecimento do tradicionalista e Conselheiro Benemérito do MTG,  Raul Pereira Dias. Nosso profundo sentimento de pesa à Dona Lucí, e a  família nesta hora difícil.

             Muito embora porto-alegrense, desde cedo admirava os usos e costumes do povo rio-grandense. Talvez algum “gene” herdado de seu avô e de seu pai, tropeiros nos campos de Bagé (seu pai era natural de Aceguá). Quando jovem, procurou assistir algumas atividades, com alguma dificuldade, porque as mesmas eram pouco divulgadas na época. Mais tarde, seus estudos e, posteriormente, o exercício de sua atividade profissional (exercito brasileiro), o mantiveram afastados de Porto Alegre e, até mesmo do Rio Grande do Sul, por quase 15 anos.
            No MTG exerceu diversas funções e foi secretário geral em três gestões. Durante este período, além de todos os Congressos e convenções participou do conselho do MTG. Participou, ainda, da atualização do Regulamento do FEGART, em Farroupilha,e, por diversos anos, da montagem, organização e execução dessa atividade. Raul e sua esposa, dona Lucí, também foram encarregados de diversos concursos de prendas em nível de CTG, regional e estadual. Foi o criador do CONTREG, da 1ªRT.

Nota de Apoio e Esclarecimento

              Ao longo do tempo, mas principalmente nos últimos três anos, o MTG tem trabalhado e contribuído com a Secretaria Estadual de Agricultura para a construção, junto à sociedade, ao governo e às associações, uma alternativa capaz de facilitar o trânsito de animais, preservando a legalidade e a segurança.

            Esta nota de Instrução da Secretaria Estadual de Agricultura (Instrução Normativa SEAPI Nº 010/2010) vem ao encontro dos anseios e vontades de nossa sociedade. A circulação dentro do município sem a emissão da GTA vai facilitar e contribuir na realização dos eventos. Somos conscientes de que todos os exames devem ser mantidos e ampliados cada vez mais, pois este é o caminho de mantermos a segurança de nossos animais.

           Colaboramos junto ao Governo para a construção desta alternativa e somos solidários a esta medida. Esta alternativa vai contribuir para maior circulação e realização de novos exames em animais dentro de um mesmo município.

          O MTG é e sempre será parceiros de medidas dentro da legalidade que venham ao encontro dos interesses da coletividade. Nossa orientação a todos os associados é que mantenham seus exames em dia junto aos profissionais da área para que possamos preservar o avanço nesta caminhada.

          O nosso Muito Obrigado e seguiremos construindo sempre um caminho seguro de nossa sociedade.


Nairo Callegaro
Presidente do MTG

terça-feira, 28 de novembro de 2017

'O tempo e a taipa' vence melhor poesia do Enart

Inês Terezinha Busetti,  integrante do CTG Rancho de Gaudérios, da 25ª RT, conquistou pela primeira vez o titulo de melhor poesia do Enart. 

Na velha porteira, à beira do caminho,/ A velha taipa, qual muralha, quase ruína/ Marcada pelo tempo, pelas intempéries,/ Segue açoitada pelo sopro  frio do minuano./ Suas pedras irregulares, roliças, escuras…/ Trazem à mente o tempo de outrora,/ Um tempo de magia, de calma, de rusgas,/ Traçando limites que se vão campo afora”. 

            Assim inicia a obra ‘O Tempo e a Taipa’, que venceu o primeiro lugar na categoria poesia da 32ª edição do Enart. A autora é a professora aposentada Inês Terezinha Busetti, 71 anos, esposa do ex-conselheiro da Fundação Cultural Gaúcha, do MTG, Waldemar Busetti. A inspiração veio de suas próprias lembranças da infância.

            “Me deu saudade, porque meu pai fazia taipas, ele ia com calma e com jeitinho colocando uma pedra junto da outra. É uma parte da história do Rio Grande do Sul e está desaparecendo” – disse Inês, em entrevista à radio Spaço fm, 100.9, de Farroupilha.


O Tempo e a Taipa                           
Flor de Liz

A manhã é fria e debulha o orvalho
Na flor mimosa, que ornamenta o campo,
E o vento Minuano soprando-lhe as folhas
Lançando seu perfume a cada recanto.
Ao longe o sol nascente lança fagulhas
Em cada colina adormecida e calma
E os meus olhos sonolentos e xucros
Embebem essa magia que afaga a alma. 

Essas cores entre verdes e dourados
Tons caprichosamente tingidos pelo sol de inverno
Vão formando esse quadro : “tela campesina”
Tão perfeita obra do “ pintor eterno”.
O divino pincel vai trançando rumos e sina
E nem a rude pedra foge dessa sorte,
A cada passo, lá está ela, serpenteando,
Formando taipas, cruzando de sul a norte.

Na velha porteira, à beira do caminho,
A velha taipa, qual muralha, quase ruína
Marcada pelo tempo, pelas intempéries,
Segue açoitada pelo sopro frio do minuano.
Suas pedras irregulares, roliças, escuras…
Trazem à mente o tempo de outrora,
Um tempo de magia, de calma, de rusgas,
Traçando limites que se vão campo afora.

Se reviverem esses tempos já passados
Ouvirão os cantos plangentes dos negros quebras
Ecoando no ar...lamentos ao vento…
Enquanto põem em seu lugar as pedras
E eles escravos de um tempo desigual
Vão alcançar taipas, mangueiras, muradas
Para durar eternamente demarcando, sinal
Limites de fazenda do patrão, campo e estradas.

Ah! silenciosa e velha taipa!
Recordação do tropeiro tangendo a boiada…
Contando causos, cantando ou floreando gaita.
Tu és testemunha das pendengas do peão,
Dos entreveros, das tropeadas, das reses nas estradas,
Da lida do campeiro, dos pingos altaneiros
A desfilar garboso pela planície e canhadas,
Do amanhecer que alegra o pampa inteiro.


Quantas mãos calejadas, admiraram tuas formas,
E quanto suor, escorreu da pele escura
Do negro, que te erguia do chão,
Para formar esta muralha, que perdura.
Quantas luas se foram desde então…
Tu serviste de abrigo para o rebanho cansado,
Limite para o potro afoito e bardoso,
Pouso para o quero-quero tão alvoroçado.

Ao te ver agora taipa musguenta
Parece-me ouvir ao longe o ranger da carreta,
O canto dolente do índio vago, solito…
Que pelo pampa deixou seus “ recuerdos”
Taipa velha, trilha marcada, serpenteando…
Traço que o vento não apagou,
Sinal de um tempo que se vai ao longe
Legado que o gaúcho no pampa deixou.

Não sei porque quando te contemplo
Meu peito se aperta como se “ chinchado”,
Pelos braços envolventes da saudade.
E minha alma busca trazer versado
Esse sentimento, em singela frase,
Como se pudesse ver o tempo passado, 
E meu olhar saudoso, mirando o infinito,
Agradece aos céus por esse pampa abençoado. 

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Nairo Callegaro preside o Congresso que reelegeu João Mello por mais dois anos frente à CBTG

          O presidente do MTG do Rio Grande do Sul, Nairo Callegaro foi escolhido pela plenária do 20º Congresso Brasileiro da Tradição Gaucha para presidir o conclave que elegeu João Ermelino Mello para mais dois anos frente a Confederação Brasileira da Tradição Gaúcha e, paralelo a isso, foi realizado o 17º Concurso Nacional de Prendas e Peões, que elegeu Natalia Lorenzoni de Souza a 1ª Prenda da CBTG.

            A cidade de Foz do Iguaçú, no estado do Paraná, divisa com o Paraguai, recebeu o Brasil de bombachas para a realização do 20º Congresso Brasileiro da Tradição Gaúcha e o 17º Concurso Nacional de Prendas e Peões da CBTG, nos dias 24 e 25 de novembro.
            Logo na sessão de abertura o Presidente da CBTG, João Ermelino de Mello, destacou o lançamento do livro da 1ª Prenda Veterana da CBTG, Thaís Dutra, sobre a vida de Anita Garibaldi.
            A obra lançada por Thaís faz parte da pesquisa realizada em seu prendado, que resolveu levar adiante e transformar em um livro. Paralelo ao inicio do Congresso aconteceu o concurso de prendas e peões da CBTG.
            O presidente da CBTG apresentou à plenária o nome de Nairiolli Callegaro, presidente do MTG do Rio Grande do Sul para presidir o 20º Congresso Brasileiro. Alguns assuntos foram debatidos até a parte da tarde quando aconteceu a eleição por aclamação da chapa única, liderada por João Mello. 
DIRETORIA CBTG 2017/2019 - DIRETORIA EXECUTIVA

Presidente: João Ermelino de Mello | MTG-MS - Campo Grande - MS 
1º Vice-Presidente: Eduardo Larsen | MTG- SP - Diadema – SP
2º Vice-Presidente:  Rodrigo Adriano Maciel | MTG-RS - Cachoeirinha – RS
Secretário Geral: Dalton Castro de Camargo | MTG-MS - Campo Grande - MS
Secretário Adjunto: Mário César Dal Pont Silvério | MTG-SC - Sombrio – SC
Tesoureiro Geral: Moacir Kohl Filho | MTG-MS  - Campo Grande - MS 
Tesoureiro Adjunto: Paulo José Lucas | MTG-RS  -  Niteroi-Canoas – RS

CONSELHO DE ETICA
Titulares:
Natal Jose Marchioro – MS
Dilto Bernardino de Souza – SC
Maria Celene Rocha de Melo – RS

Suplentes:
Jose Aparecido Pascoal – RS
João Malinski Junior – MT
Francisco Gomes – SP

CONSELHO FISCAL
Titulares:
Orides Pompeu – SC
Reni Martins Marchioro – MS
Francisco José Muller de Souza – MT 

Suplentes:
Mauro Fagundes – SP
Carlos Farid Villamayor Molas – MS
Darci Tozatti – MT

Depto. Integração Nacional: Eduardo Larsen – SP
Depto. Projetos: Celivio Hortz – SC
Depto. Relações Internacional: Loiva Lopes Calderan – DF
Depto. Social: Francisco Fighera – SP
Depto. Ensino e Pesquisa: Zuleide Aparecida Mota Borges – SC 
Assessoria Juridica: Dr. Helio Damaceno Louzado – SP
Depto. Narradores: Sizenando do Carmo Neto – SC
Diretor Geral: Wilson Da Silva Porto Filho – DF
Assessoria de Tecnologia e Informação: Wilson Da Silva Porto Filho – DF
                                                 Aline Kraemer De Mello Kohl – MS
                                                 Aline Jasper – PR
Depto. Divulgação e Comunicação: Rogério Bastos – RS
Depto. Cultural: Carolina Piatzchaki – PR
Depto. Artistico: Everton Douglas Diehl – RS
Depto. Campeiro: Romencito Alessio – SC
Depto. Esportes: Mauro Magno – DF 
Ordem Dos Cavaleiros da CBTG - ORCAV
Maria Celene Rocha de Melo – RS
Pedro Couto

           Também durante o Congresso foi debatido e votado o local do próximo Rodeio Nacional de Campeões, Jogos Tradicionalistas e Fenart. A cidade escolhida foi Criciúma, em Santa Catarina, cuja data foi solicitada para a realização dos eventos em julho de 2019.
           O próximo Congresso da CBTG ficou estabelecido em Nova Veneza, cidade próxima à Criciúma, em Santa Catarina, em novembro de 2019. A convenção ficou para a capital gaúcha, Porto Alegre, no mês de fevereiro de 2018.








Categoria: PEÃO MIRIM
Nome do Candidato                 Estado
GUSTAVO BASSOLI BRANCO MTG-SC
ATHUR LAMIM BORTOLUZZI MTG-PR
ANDERSON PAULO SERVO         MTG-SC

Categoria: PEÃO JUVENIL
Nome do Candidato         Estado
FELIPE RAFAEL CARDOSO MTG-MT
YSMAEL LUCAS MEDES DE OLIVEIRA MTG-SC
JOÃO VINÍCIUS BATISTA MTG-SC

Categoria: PEÃO ADULTO
Nome do Candidato                         Estado
VICTOR ALBERTO PARMEGGIANI MTG-SC
DOUGLAS DE FREITAS MOREIRA MTG-MT

Categoria: PEÃO VETERANO
Nome do Candidato         Estado
ELISANDRO TONATTO  MTG-SC
ALEX SANDRO MARTIMIANO MOREIRA MTG-MS
ADEMAR SANTOS DE JESUS MTG-SC

Categoria: PRENDA MIRIM
Nome da Candidata             Estado
NICOLE BURIGO SCHMOELLER MTG-SC
MARIA CLARA ROSSINI BEVILAQUA MTG-MT
HELOISA GRANDO PIVA MTG-MT

Categoria: PRENDA JUVENIL
Nome da Candidata                 Estado
BIBIANA ADIERS CALLAI MTG-MT
GABRIELA OLIVEIRA SILVA MTG-PR
THAIS LILIAN DA SILVA         MTG-SC

Categoria: PRENDA ADULTA
Nome da Candidata                 Estado
NATALIA LORENZI DE SOUZA MTG-SC
ANA CARLA BATISTA                 MTG-SC
ANA CRISTINE BITTENCOURT MTG-PR

Categoria: PRENDA VETERANA
Nome da Candidata                 Estado
VIVIANE MELZ RHOBEN          MTG-MT
DARLENE NARVAZ CARDOSO MTG-SC
DANIELI CRISTINE DE OLIVEIRA MTG-PR











Poema de Cândido Brasil, vencedor do Enart 2017

O MÃO GRANDE     (Pseudônimo: Andarengo)

           Era um homem solitário, de origem desconhecida e fisionomia horripilante, segundo diziam, apesar de não se ter notícia de alguém que o tenha visto pessoalmente. Sua casa ficava localizada na saída da cidade, tomada por mato e aves incomuns como corvos e corujas, e à noite morcegos, muitos morcegos.
            Dizem que perdera a mão direita lutando com um cachorro louco, que o mordeu no pulso, arrancando o membro, enquanto que com a esquerda esfaqueava o animal, até arrancar-lhe a cabeça. Teria sido esta uma das raras vezes em que o teriam enxergado, visto que teria enterrado a própria mão na frente da casa, junto a um cinamomo, que no outro dia amanheceu seco.
             A partir daí espalhou-se a notícia de que a mão do homem havia matado a árvore e criou-se o mito de que ela, a mão, era coisa do mal e o homem recebeu a alcunha de Mão Grande.
            Na pequena localidade, quando as crianças arteiras aprontavam das suas, eram severamente repreendidas e ameaçadas com: - “vou te entregar pro Mão Grande”...
            Os moradores, quando perdiam alguma coisa, pediam para a mão grande, em forma de oração e logo encontravam...
             Apesar de tanto folclore em torno do estranho morador, que não incomodava ninguém, pois não aparecia, fato este que inclusive causava dúvidas em alguns quanto a sua existência, havia um outro morador específico, o Boca, que era o maior falastrão do local, que além de debochar de tudo e todos, desafiava, inventava e mal dizia contra o Mão Grande.
             O Boca dizia que o Mão grande era tão feio, mas tão feio que ele próprio não se olhava no espelho, que não saía de casa para o sol não se esconder de medo, que não tomava banho no rio pra água não fugir e ficar só o leito... Desafiava o Mão Grande a aparecer e mostrar a fuça. Dizia que ia soltar os cachorros para morderem a outra mão.
             Uma feita, durante jogatina e beberagem no boteco da localidade, veio a tona o assunto Mão Grande e o Boca saltou dizendo que não existia e se existisse era um covarde que não mostrava a cara e não aceitava o seu desafio. Os companheiros de trago então provocaram o Boca, dizendo que ele tinha medo do Mão Grande e que não se animava a desenterrar a mão que estava no pátio, na entrada da casa.
             O Boca topou o desafio, encheu-se de coragem e foi, só com uma faca para desenterrar a mão do Mão Grande e demonstrar para os amigos a sua valentia. Chegou na frente da casa, abriu o portão enferrujado e entrou. Os amigos ficaram olhando de longe.
            O Boca ajoelhou-se ao pé do cinamomo seco e começou a cavar. Um buraco, dois, três, quatro, cinco... e nada da mão. Iniciou, parou, reiniciou, até que o cansaço venceu-lhe as forças.
            Tomado de suor e raiva, levantou-se, recolheu algumas pedras e arremessou contra a casa gritando impropérios contra o Mão Grande. Recebendo o silêncio como resposta, o Boca voltou a carga das ofensas, quando então enxergou junto à janela a figura horripilante do proprietário, com olhos assustadores. O Boca deu um salto para trás e saiu em disparada, em completo pavor, segurando o pescoço para recuperar o fôlego. Os amigos chegaram e perguntaram o que havia acontecido, mas pela primeira vez na vida o Boca não disse nada e de cabeça baixa foi para casa.
Todos pegaram seu rumo, pois já se fazia noite.
            No outro dia, as plantas da frente da casa do Boca amanheceram todas secas. Tomados pela curiosidade os amigos fora até a casa e chamaram pelo Boca, mas ninguém respondeu. Bateram à porta e ninguém apareceu. Decidiram então arrombar a porta e entrar.
           No interior da casa só silêncio. Passaram pela sala e encontraram o Boca sentado na cama, vestido do mesmo jeito que no dia anterior, de olhos arregalados, dentes cerrados e as mãos no pescoço. Ao tentar acorda-lo nenhum sinal de vida. O pavor tomou conta de todos. 
            Baixaram suas mãos e notaram no pescoço do Boca a marca de quatro dedos no lado esquerdo e o que parecia um polegar no lado direito, como sendo uma mão grande tatuada.
            Todos saíram em disparada deixando o Boca morto sobre a própria cama.
           Foram direto ao Posto Policial, a fim de informar o delegado e quando passaram em frente a casa do Mão Grande, surpresos viram o cinamomo verde, com folhas copadas e o jardim da casa florido. 

domingo, 26 de novembro de 2017

Proposições para o 66º Congresso Tradicionalista podem ser enviadas até o dia 13 de dezembro

           O Movimento Tradicionalista Gaúcho recebe, até o dia 13 de dezembro, proposições para o 66º Congresso Tradicionalista, que será realizado em São Jerônimo no período de 12 a 14 de janeiro.
O Congresso tem por objetivo traçar diretrizes, rumos e princípios para o Movimento Tradicionalista Gaúcho; ensejar o debate e a divulgação de ideias, trabalhos, pesquisas, sugestões, teses e temas de cunho tradicionalista e ampliar e enriquecer os conhecimentos dos participantes. Durante o Congresso, também acontece prestação de contas da diretoria.

            Mais informações sobre o encaminhamento de proposições podem ser obtidas pelo e-mail secretaria@mtg.org.br.

Regiões Tradicionalistas definem novos coordenadores até o dia 7 de dezembro

            As 30 Regiões Tradicionalistas do Rio Grande do Sul definirão, até o dia 7 de dezembro, seus novos coordenadores. A escolha se dá por meio de votação das entidades tradicionalistas filiadas e o mandato é de um ano.

            Segundo o presidente do MTG, Nairo Callegaro, as Regiões Tradicionalistas são órgãos descentralizadores das atividades do MTG e os novos coordenadores serão empossados no Congresso Tradicionalista, previsto para 12 a 14 de janeiro no município de São Jerônimo.

            O Coordenador Regional é o Administrador da Região Tradicionalista e é responsável por  supervisionar as atividades da Região; nomear auxiliares; convocar e presidir os Encontros Regionais; integrar a Convenção Tradicionalista e orientar os filiados para o cumprimento das finalidades e o atendimento aos princípios do MTG. Também são responsabilidades do Coordenador Regional, entre outras, articular as entidades filiadas na elaboração de suas programações, prestar assistência e orientação aos filiados e promover o entendimento e a cooperação entre as entidades filiadas.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Resultado do ENART 2017 - CPF Piá do Sul é tetracampeão e 13ª RT vence pela 2ª vez

DANÇAS TRADICIONAIS – força A
1º Lugar – CPF PIÁ DO SUL – SANTA MARIA – 13ª RT
2º Lugar - CTG TIARAYÚ - PORTO ALEGRE - 1ª RT
3º Lugar - CTG ALDEIA DOS ANJOS – GRAVATAÍ – 1ª RT
4º Lugar – CTG RANCHO DA SAUDADE – CACHOEIRINHA – 1ª RT
5º Lugar – CTG LALAU MIRANDA – PASSO FUNDO – 7ª RT

DANÇAS TRADICIONAIS – força B
1º Lugar – CTG BRIGADEIRO RAPHAEL PINTO BANDEIRA – RIO GRANDE – 6ª RT
2º Lugar – DTG NOEL GUARANY – SANTA MARIA – 13ª RT
3º Lugar – GF CHALEIRA PRETA – IJUÍ – 9ª RT
4º Lugar – CTG TROPILHA FARRAPA – LAJEADO – 24ª RT
5º Lugar – CTG CENTRO FARROUPILHA DE TRADIÇÕES GAÚCHAS – ALEGRETE – 4ª RT

CHULA
1º Lugar – LEONARDO BRIZOLA DE MELLO - GF CHALEIRA PRETA - IJUI - 9ª RT
2º Lugar – LEONARDO MOISES SILVANO – CTG RANCHO DA SAUDADE – CACHOEIRINHA – 1ª RT
3º Lugar – JOSÉ GUILHERME GUIMARÃES – CTG RINCÃO DA AMIZADE – GRAVATAÍ – 1ª RT

GAITA PIANO
1º Lugar – EDUARDO ABRAMSON – CTG QUERÊNCIA COSTEIRA – 3ª RT 
2º Lugar – LUCAS BIAZUS – CTG RONDA CRIOULA – 19ª RT
3º Lugar – LUIZ MIGUEL MELOS VALIM – CTG SINUELO – 25ª RT

GAITA DE BOTÃO ATÉ OITO BAIXOS
1º Lugar – JOÃO VITOR BOENO NUNES – CTG SENTINELA DO FORTE – 18ª RT
2º Lugar – NÍCOLAS MORO MÜLLER – CTG RONDA CHARRUA – 25ª RT
3º Lugar – VICTOR HUGO MUNIZ BARRETO DA SILVEIRA – CTG MARTIM FIERRO – 4ª RT

GAITA DE BOTÃO MAIS DE OITO BAIXOS
1º Lugar - NÍCOLAS MORO MÜLLER – CTG RONDA CHARRUA – 25ª RT
2º Lugar – LUIDHI MORO MÜLLER – CTG RONDA CHARRUA – 25ª RT
3º Lugar - VICTOR HUGO MUNIZ BARRETO DA SILVEIRA – CTG MARTIM FIERRO – 4ª RT

GAITA DE BOCA
1º Lugar – RODRIGO FILIPINI – CTG SENTINELA DA QUERÊNCIA – SANTA MARIA – 13ª RT
2º Lugar – AVENTINO ROSA – GAN ANITA GARIBALDI – 24ª RT
3º Lugar – MARIO INÁCIO BECKER – CTG LANCEIROS DE SANTA CRUZ – 5ª RT

BANDONEON
1º Lugar – LAURI SAGAVE – CTG TROPILHA FARRAPA – 24ª RT
2º Lugar – BRUNO LUTTKE – CTG CEL. THOMAZ LUIZ OSÓRIO – PELOTAS – 26ª RT

VIOLINO OU RABECA
1º Lugar – CRISTIANE VASCONCELLOS – CTG QUERÊNCIA DO ARROIO DO MEIO – 24ª RT
2º Lugar – MATHEUS SEBALHOS LAMEIRA – DTG NOEL GUARANY – SANTA MARIA – 13ª RT
3º Lugar – TIAGO LUIGI GUADAGNIN RADIN – CTG POUSADA DO IMIGRANTE – NOVA BASSANO – 11ª RT

VIOLÃO
1º Lugar – PABLO MACHADO CARDOSO – DT QUERÊNCIA DAS DORES – SANTA MARIA – 13ª RT
2º Lugar – FELIPE LEAL RODRIGUES – CTG SENTINELA DA QUERÊNCIA – SANTA MARIA – 13ª RT
3º Lugar – MATHEUS VENICIUS PRADA DA SILVA – CTG ESTIRPE GAÚCHA – GUAPORÉ – 11ª RT

VIOLA
1º Lugar – RAFAEL CESAR DA SILVA – GF OS GUAPOS DE CAMAQUÃ – CAMAQUÃ – 16ª RT
2º Lugar – RODRIGO ZILIOTTO – CTG NEGRINHO DO PASTOREIO – CAXIAS DO SUL – 25ª RT
3º Lugar – CHRISTIAN LUIZ ALBARELLO – CTG UNIDOS PELA TRADIÇÃO RIOGRANDENSE – CARAZINHO – 7ª RT

CONJUNTO INSTRUMENTAL
1º Lugar – DT QUERÊNCIA DAS DORES – SANTA MARIA – 13ª RT
2º Lugar – GF OS GUAPOS DE CAMAQUÃ – CAMAQUÃ – 16ª RT
3º Lugar – CTG FRONTEIRA ABERTA – SANTANA DO LIVRAMENTO – 18ª RT

CONJUNTO VOCAL
1º Lugar –CTG SENTINELA DA QUERÊNCIA – ERECHIM – 19ª RT
2º Lugar – DTG NOEL GUARANY – SANTA MARIA – 13ª RT
3º Lugar – CTG RINCÃO DA CAROLINA – SANTANA DO LIVRAMENTO – 18ª RT

INTÉRPRETE SOLISTA VOCAL MASCULINO
1º Lugar – PABLO MACHADO CARDOSO – DT QUERÊNCIA DAS DORES – SANTA MARIA – 13ª RT
2º Lugar – PATRICK ANTUNES – CTG LALAU MIRANDA – PASSO FUNDO – 7ª RT
3º Lugar – IGOR TADIELO CEZAR – DT QUERÊNCIA DAS DORES – SANTA MARIA – 13ª RT

INTÉRPRETE SOLISTA VOCAL FEMININO
1º Lugar – MARCELLY BUENO DA SILVA WALTEMAN CAHOEIRA – DTG LEÃO DA SERRA – 12ª RT
2º Lugar – LUCIMARA DA SILVA ROSA – CTG LANCEIROS DE SANTA CRUZ - 5ª RT
3º Lugar – TALIA BECKER – CTG TROPILHA FARRAPA – 24ª RT

TROVA MI MAIOR DE GAVETÃO
1º Lugar – PAULO ELIZANDRO DE LIMA CHAVES – CTG LENÇO VERDE – 18ª RT
2º Lugar – JOSÉ JOAQUIM JESUS HUGO – CTG CEL. THOMAZ LUIZ OSÓRIO – 26ª RT
3º Lugar – LUIZ CARLOS DOS SANTOS ARAÚJO – AT PEDRO RIBEIRO DA LUZ – 7ª RT

TROVA DE MARTELO
1º Lugar – JOÃO BENITO SOARES ARENA – CTG CARRETEIROS DA SAUDADE – GRAVATAÍ – 1ª RT
2º Lugar – ALDORI MOREITA TITO - CTG OSWALDO ARANHA - ALEGRETE - 4ª RT
3º Lugar – PEDRO ALAOR DA SILVA MERCHEL – CTG HERDEIROS DA TRADIÇÃO – 25ª RT

TROVA ESTILO GILDO DE FREITAS
1º Lugar – PAULO ROGÉRIO DE LIMA CHAVES – CTG TARUMÃ – 18ª RT
2º Lugar – CELSO DE OLIVEIRA – CTG VELHA CAMBONA – 15ª RT
3º Lugar – JORGE LUIS PIENIZ – CTG TROPEIROS DO BURICÁ – 20ª RT
Trovadores e Pajadores campeões do ENART
TROVADOR MAIS POPULAR
JORGE LUIZ PIENIZ – CTG TROPEIROS DO BURICÁ – 20ª RT

DECLAMAÇÃO MASCULINA
1º Lugar – JOÃO BATISTA DE OLIVEIRA – CTG SINUELO DA SERRA – SERAFINA CORRÊA - 11ª RT
2º Lugar – WILLIAN ANDRADE – CTG LALAU MIRANDA – PASSO FUNDO – 7ª RT
3º Lugar – KELVYN EDUARDO KRUG – CTG FELIPE PORTINHO – MARAU – 7ª RT

AMADRINHADOR DESTAQUE NA DECLAMAÇÃO MASCULINA:  CAIQUE MELLO

DECLAMAÇÃO FEMININA
1º Lugar – CLARA LISIANE FACCIO – CTG PASSO DOS TROPEIROS – 22ª RT
2º Lugar – ROMILA HOFFMANN DO AMARAL – CTG HERDEIROS DA TRADIÇÃO – 25ª RT
3º Lugar – ALINE MARTINS LINHARES – CTG FARROUPILHAS – SANTA MARIA – 13ª RT

AMADRINHADOR DESTAQUE NA DECLAMAÇÃO FEMININA: WILLIAN ANDRADE

PAJADA
1º Lugar - PAULO ROGÉRIO DE LIMA CHAVES – CTG TARUMÃ – 18ª RT
2º Lugar - PAULO ELIZANDRO DE LIMA CHAVES – CTG LENÇO VERDE – 18ª RT
3º Lugar – CELSO DE OLIVEIRA – CTG VELHA CAMBONA – PORTÃO – 15ª RT

CAUSO
1º Lugar – ALEXANDRE DA ROSA VIEIRA – DT CLUBE RECREATIVO JUVENIL – 7ª RT
2º Lugar – CLEINNER DA SILVA TEIXEIRA – CTG TROPEIROS DA QUERÊNCIA – 21ª RT
3º Lugar – FREDERICO SÁ DE FARIAS – CTG VELHA CAMBONA – 15ª RT

DANÇA GAÚCHA DE SALÃO
1º Lugar – GABRIEL CAMPANHOLA BECKER E LAURA PANZER – CTG RANCHO DA SAUDADE – CACHOEIRINHA - 1ª RT
2º Lugar – LUIZ FABRICIO CAVALHEIRO TRINDADE E BRIANI COSTA DE TRINDADE – CTG LALAU MIRANDA – 
PASSO FUNDO – 7ª RT
3º Lugar – LEONARDO SCHNEIDER ULLRICH E VICTÓRIA BRONDANI DE OLIVEIRA – AT PONCHO BRANCO – SANTA MARIA – 13ª RT

POESIA
1º Lugar – INÊS TEREZINHA BUSETTI – CTG RANCHO DE GAUDÉRIOS – FARROUPILHA – 25ª RT
2º Lugar – JEFFERSON ROGERIO VALENTE DE BARROS – CTG RAIZES DO SUL – LAJEADO – 24ª RT
3º Lugar – JORGE CLAUDEMIR SOARES – CTG TRÍPLICE ALIANÇA – URUGUAIANA – 4ª RT

CONTO
1º Lugar – CÂNDIDO ADALBERTO DE BASTOS BRASIL – CTG LAÇO DA AMIZADE – GRAVATAÍ – 1ª RT 
2º Lugar – LUCIELE DA COSTA GOMES – CTG PATRULHA DO OESTE – URUGUAIANA – 4ª RT
3º Lugar – ANDRÉA BERENICE CAVALHEIRO RODRIGUES – CTG PRESILHA DO PAGO DA VIGIA – 18ª RT

CONJUNTO MUSICAL DE INVERNADA
1º Lugar – CTG GALPÃO CAMPEIRO – ERECHIM – 19ª RT
2º Lugar – DT QUERÊNCIA DAS DORES – SANTA MARIA – 13ª RT
3º Lugar – CTG GILDO DE FREITAS – PORTO ALEGRE – 1ª RT

MELHOR ENTRADA
1º Lugar – CTG LALAU MIRANDA – PASSO FUNDO – 7ª RT
2º Lugar – CTG ALDEIA DOS ANJOS – GRAVATAÍ – 1ª RT
3º Lugar – CTG CAMPO DOS BUGRES – CAXIAS DO SUL – 25ª RT

MELHOR SAIDA
1º Lugar – UNIÃO GAÚCHA JOÃO SIMÕES LOPES NETO – PELOTAS – 26ª RT
2º Lugar – CPF PIÁ DO SUL – SANTA MARIA – 13ª RT
3º Lugar – CTG LALAU MIRANDA – PASSO FUNDO – 7ª RT

GRUPO DE DANÇAS MAIS POPULAR
PTG BOCAL DE PRATA – OSÓRIO – 23ª RT

MELHOR ACAMPAMENTO
PQT TRADIÇÃO FARROUPILHA - DTG JOSÉ ALTIVO DOS SANTOS – SANTA CRUZ DO SUL – 5ª RT

CTG DESTAQUE DO ENART 2017
1º Lugar – CTG LALAU MIRANDA – PASSO FUNDO – 7ª RT
2º Lugar – DT QUERÊNCIA DAS DORES – SANTA MARIA – 13ª RT
3º Lugar – CTG SENTINELA DA QUERÊNCIA – SANTA MARIA – 13ª RT

TROFÉU MARCA GRANDE – 13ª REGIÃO TRADICIONALISTA

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Texto corrigido da coreografia do CTG Lalau Miranda, de Passo Fundo

           Por um erro de diagramação, o texto da coreografia de entrada e retirada do CTG Lalau Miranda, de Passo Fundo, saiu errado no jornal especial do Enart. Estamos publicando o texto correto e pedindo desculpas ao CTG, sua patronagem e grupo adulto.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Enart – Maior evento de arte amador da América Latina será neste final de semana

Dezoito modalidades artísticas, dez palcos paralelos e mais de 4 mil competidores. Estes são alguns números do Enart – Encontro de Artes e Tradição, que acontece de 17 a 19 de novembro em Santa Cruz do Sul.

             Em sua 32ª edição, o evento é considerado o maior de arte amadora da América Latina e promete atrair um público superior a 40 mil expectadores. A realização é do Movimento Tradicionalista Gaúcho e da Fundação Cultural Gaúcha, com apoio da 5ª Região Tradicionalista e da GPSNET. Patrocinam o evento a Prefeitura Municipal de Santa Cruz do Sul e Philip Morris, pelo Pró-Cultura RS, da Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Objetivo
             O evento tem por finalidade a preservação, valorização e divulgação das artes, da tradição, dos usos e costumes e da cultura popular do Rio Grande do Sul. É também objetivo do Enart valorizar o artista amador do Rio Grande do Sul e credenciar os vencedores do ENART, nas diversas modalidades a representarem o Estado nos eventos nacionais e internacionais.

              A solenidade de abertura acontece às 19h de sexta-feira, com apresentação especial do CTG Tiarayú, vencedor das danças tradicionais gaúchas na edição de 2016. Já na sexta-feira iniciam as competições de danças tradicionais. O grande vencedor deve ser revelado na noite de domingo. Segundo o presidente do MTG, Nairo Callegaro, a expectativa é grande para o evento, que deve ser um dos maiores da história. O vice-presidente artístico, José Roberto Fishborn, está otimista e garante que estão sendo cuidados todos os detalhes para fazer um grande evento.

Modalidades
             No total são 18 as modalidades competitivas: Danças tradicionais, Chula, Gaita Piano, Gaita de Botão até 8 Baixos, Gaita de Botão Mais de 8 Baixos, Gaita de boca, Bandoneon, Violino ou rabeca, Violão, Viola, Conjunto instrumental, Conjunto vocal, Intérprete solista vocal masculino e feminino, Trova galponeira, Trova Mi Maior de Gavetão, Trova de Martelo, Trova Estilo Gildo de Freitas, Declamação, Pajada, Declamação masculino e feminino, Causo e Danças gaúchas de salão.

Novidades
             Uma das novidades desta edição é a escolha de grupo de danças tradicionais mais popular por meio de aplicativo. A iniciativa dá continuidade ao processo de modernização do evento iniciado há dois anos, quando foi implantado o sistema de publicação, em telão, das notas dos grupos de danças tradicionais em tempo real.

18ª Mostra de Arte e Tradição Gaúcha
             Paralelamente ao Enart, no Parque da Oktoberfest, acontece a 18ª Mostra de Arte e Tradição Gaúcha, na tarde de sábado, dia 18. O evento tem como tema “Resgatando e Homenageando os Legados de 47 – Resgate da História da Chama Crioula em sua Região Tradicionalista”.
A Mostra apresentará as pesquisas e atividades culturais desenvolvidas pelas Prendas e Peões coordenados pelos Departamentos Culturais das trinta Regiões Tradicionalistas do MTG, sob a responsabilidade da Coordenação Cultural Interna do MTG, das Prendas e Peões Estaduais, com a participação efetiva dos Departamentos Culturais Regionais. 

Voluntariado
             A 32ª edição do Enart também marca a consolidação do modelo de voluntariado. Segundo o presidente do MTG, Nairo Callegaro, é expressivo o número de interessados em colaborar para a realização do evento. “São pessoas de todas as partes do Rio Grande do Sul que querem vestir essa camiseta”, comemora.

Ingressos
             Para adultos, o ingresso por acesso é de R$ 15,00 e a pulseira permanente, para acesso sexta, sábado e domingo, R$ 40,00. Para crianças de 10 a 12 anos, para idosos acima de 60 anos, e para estudantes com carteirinha, o valor do ingresso por acesso é R$ 7,00 e o permanente, R$ 20,00. Pessoas com deficiência, concorrentes credenciados, estudantes do ensino fundamental da rede pública de Santa Cruz do Sul credenciados, doadores de sangue de Santa Cruz do Sul credenciados no Hemovida são isentos.
              O valor do estacionamento é R$ 40,00 para automóvel, R$ 100,00 para ônibus e R$ 10,00 para motocicleta. Os condutores dos veículos e acompanhantes pagarão individualmente o valor do ingresso. No caso do ônibus que acessar o parque, o motorista que tiver a carteira de identificação da empresa de transporte estará isento do pagamento do acesso, limitado a dois motoristas. 

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Extra!!! Extra!!! Saiu o Eco da Tradição de novembro


Nota de instrução para passagem de palco e de som, no Enart

            O Departamento de Música do MTG, juntamente do a Vice Presidência Artística, orienta, mediante por esta Nota de Instrução, a forma como se procederá a passagem de palco e de som para a final do Encontro de Artes e Tradições Gaúchas – ENART – 2017:

1. A passagem de palco dos grupos e som serão realizadas nos dias 16/11 a partir das 8:30h até às 23h30, e no dia 17/11, das 8h00min às 12h, nos Palcos das Danças A e B, para grupos de danças e musicais dos grupos de dança classificados para a final do ENART 2017, nas respectivas categorias;

2. A ordem de passagem de som respeitará a ordem do Agendamento realizado pelo site http://artistico.mtg.org.br, pelo tempo MÁXIMO DE 20 (vinte) MINUTOS; Os participantes não poderão reservar mais de um Horário, sob pena de perder o agendamento dos dois horários, ficando os mesmo liberados novamente, assim que conferido pela organização;

3. O não comparecimento no horário agendado determinará a desistência da passagem de som e de palco antecipada, o mesmo perderá a agenda, não podendo recuperar no final após as passagens ou ocupar o horário de outro faltante. Contudo, será mantido o tempo regulamentar de 05 minutos antes da apresentação da entidade a qual representam, aos que passarem o palco e o Som, o tempo de preparo para a apresentação será de 03 minutos ao invés de 05 minutos;

4. Caso não estejam presentes TODOS os integrantes do grupo musical no horário designado para a entidade, poderão os integrantes presenciais realizar a passagem de som da mesma forma, utilizando todo o tempo que lhes é permitido, porem não terão direito aos 05 minutos no dia da apresentação, terão apenas 03 minutos, que é o tempo de plugagem e ajuste técnicos de carga do perfil de configuração do grupo. O Grupo de danças que não estiver com seu musical ou no mínimo 60% do mesmo (3 componentes) não poderá realizar a passagem de palco. Sendo adiantado os demais agendamentos de horários;

5. Somente será permitido o acesso a passagem de som os músicos do grupo musical devidamente credenciados a força, conforme planilha do site do MTG como tal pela entidade a qual representam, os mesários e auxiliares da empresa de sonorização contratada e os integrantes do Movimento Tradicionalista Gaúcho responsáveis pelo acompanhamento, sendo VETADO EVENTUAIS ASSESSORAMENTOS OU PRODUTORES NÃO DESCRITOS entre estes;

6. Quando o grupo musical tocar para mais de uma entidade e OPTAR realizar a passagem de som somente uma vez, isso lhe será permitido, desde que mantenha a mesma posição na ilha de sonorização, porém os demais grupos de danças perderão o direito de passagem de palco;

7. Em caso de desrespeito as normas e cronograma aqui estabelecidos, o grupo musical e o grupo de danças, PERDERÃO O DIREITO A PASSAGEM DE SOM QUANDO VERIFICADA A IRREGULARIDADE, sem prejuízo de eventuais punições de cunho administrativo e ético;

8. O Agendamento estará disponível no endereço http://www.artistico.mtg.org.br a partir das 19h do dia 09/11, pelo botão abaixo neste aviso!;

9. Eventuais casos omissos serão resolvidos pela equipe do Departamento de Música e Vice Presidência Artística.

Porto Alegre, Novembro de 2017

MURILO ANDRADE 
DIRETOR DEPARTAMENTO MÚSICA

 JOSÉ ROBERTO FISCHBORN
 VICE PRESIDENTE ARTÍSTICO MTG

Fonte: MTG

domingo, 12 de novembro de 2017

Vem ai o 13º Encontro Tradicionalista Cristão

XIIIº ENCONTRO TRADICIONALISTA CRISTÃO

A Comissão Organizadora convida os Senhores Bispos, Sacerdotes, Diáconos, Seminaristas, Leigos, Leigas e Tradicionalistas Gaúchos em geral para bolearem a perna no  13º Encontro Tradicionalista Cristão, em comemoração dos 50 anos da aprovação da nossa Missa Crioula por Dom Vicente Alfredo Scherer.

Dia: 15 de novembro de 2017
Local: Seminário Maior Imaculada Conceição
  Avenida Senador Salgado Filho, nº 7.100 - Viamão  

Programa:
Das 8:00 às 9:00h – Abrindo a porteira para acolhida
09:00 – Momento Cultural
10:15h – Intervalo 
10:30h - Missa Crioula
12:00h – Almoço de confraternização 
13:30h – Avaliação da caminhada e outras providências
14:00h – Passeio turístico em Viamão e “fechando a porteira” do Encontro na Histórica igreja de Nossa Senhora da Conceição de Viamão.

Recados: 1. Confirmar presença até o dia 10 de novembro, com o Seminarista Mateus Batisti pelo celular e Wathsapp: 51.991.527.834 com o Pe. Canellas e-mail: padrecanellas@yahoo.com.br ou celular: 51-982.986.717
     2. Para quem precisar chegar na véspera há hotéis e casas religiosas com reserva. 
     3. A comissão ainda pede a gentileza de divulgar este convite o mais possível.

     Com as graças do Patrão Celeste, o Amor do Divino Tropeiro, as luzes do Vaqueano Espírito Santo e a intercessão da Primeira Prenda do Céu e da Terra teremos um Encontro macanudo. 
Um forte quebra-costela a todos.



Pe. Amadeu Gomes Canellas
Pela Comissão Organizadora

Editorial do presidente - Dividir para dominar? Ou agregar para fortalecer?

            Em nossa caminhada nesta vida percebemos ou deveríamos perceber o quanto é importante buscar o conhecimento nas relações pessoais e dentro desta sociedade. Acontecimentos diariamente ou em determinados períodos nos fazem refletir, nos aperceber do quanto a vida nos ensina, através de muitos exemplos e caminhos.

            Estes momentos servem para reformulações, aperfeiçoamento e fortalecimento de muitas convicções. Muitas decisões são solidificadas com base nestes momentos. Percebemos que, muitas vezes e indevidamente, potencializamos acontecimentos e vontades meramente individualistas.
Buscarmos o conhecimento e aprimorarmos estas relações às vezes pode nos colocar em cheque, em dúvida para muitos. A afirmação, atribuída à psicanalista austríaca Melaine Klein, de que “Quem come o fruto do conhecimento é sempre expulso de um paraíso”, é verdadeira.

            Por isso mesmo, em alguns momentos desta caminhada, pensar é uma atividade perigosa e arriscada. Tomar posições pode desagradar e retirar as pessoas da famosa “zona de conforto”. Discordar não se encaixa em uma realidade de crescimento coletivo, mas sim de uma disputa de ego e poder.

            Transformamos o conhecimento que deveria ser compartilhado com o único objetivo de unidade dos grupos em mecanismo de poder e submissão, às vezes de medo. Involuntariamente ou de forma planejada agimos desta forma, transformando um bem intelectual em algo dominador e excludente.

             Faço estas colocações e trago à luz de nossos dias porque muitas vezes vemos as situações exemplificadas acima dentro do nosso Movimento. De que forma poderíamos ser mais agregadores, mais acolhedores, tornarmos mais humanos em todo este processo?

             Devemos fazer do conhecimento uma forma de pensarmos, de modelarmos nossas atitudes, de abrirmos novas portas, novas possibilidades, oportunidades, de fazermos diferente e melhor.
Pensarmos e abrirmos nossas mentes permite sermos capazes de expressarmos as nossas qualidades individuais, produzindo efeitos de crescimento coletivo. Estas reflexões direcionam para uma mudança de comportamento, que, penso, estejamos vivendo neste momento em nosso movimento.

              Não podemos fazer de pequenos movimentos como norteadores de nossa caminhada. A amplitude de nossos pensamentos vai conduzir à amplitude de nossas atitudes, desta mudança na construção de conceitos verdadeiros que nos representem de uma forma horizontal e verdadeira.

             Esta pequena reflexão vem ao encontro de tudo que tentamos incansavelmente fazer ser entendido por todos: é possível mudar. Difícil é  e será sempre, mas não é impossível. Deixo a todos fazerem suas conclusões. E que venha nosso maior festival o Enart, que possamos todos juntos conviver em harmonia e muita paz.

             Sucesso a todos. Abraços.

Nairo Callegaro
Presidente do MTG

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS PARA DANÇAS TRADICIONAIS - 2017

           A equipe técnica da área de danças tradicionais do Enart divulgou algumas considerações acerca de Correção Coreográfica, Interpretação Artística e Harmonia de Conjunto, para orientar os dançarinos. 

Correção Coreográfica - ENART 2017

ANÚ
- Posição inicial é em fila, podendo ser um tanto encurvada, desta forma, a formação inicial em meia lua, caracterizará erro coreográfico.
- Durante a 1ª parte do canto e sua repetição, sempre que possível, de acordo com o espaço físico, deverá ser realizado os passos para frente.
- Não será necessário posicionar-se para o reinício da dança, ao “som” da melodia introdutória e sim na melodia introdutória como descreve o início da dança, podendo assim, usar a pausa musical que faz parte da melodia.
- Na 8ª Figura, a premissa básica é que ambos precisam alcançar a sua mão, para tanto deverão respeitar o tempo correspondente para tal, não podendo o peão ou a prenda, concluir o movimento de extensão do braço antes deste tempo.

BALAIO
- 1ª Figura deve ser iniciada mais ou menos onde realizou o giro saudação.
- 2ª Figura - juntar complementar do pé - no 2º tempo do 16º compasso desde que não inicie o próximo sarandeio e sapateio no “Ba”.
- 2ª Figura - o 1º tempo do 16º compasso deve ser uma flexão acentuada dos joelhos pelas prendas.

CANA VERDE
- 1ª Figura deve ser iniciada mais ou menos onde realizou o giro saudação.

CARANGUEJO
- 1ª Figura – as mãos unidas as costas pelos peões e tomada da saia pelas prendas é somente para as três marcações, podendo soltá-las simultaneamente ao retorno do pé lado a lado.
- 2ª figura – a 1ª castanhola pode ser realizada até a conclusão do 1º passo de juntar lateral.

CHICO SAPATEADO
- Posição inicial – não poderá ser caracterizado dependência dos pares para formar a dança.
- 2ª figura – será considerado como perda da relativa simultaneidade caso o peão interrompa seu sapateio em giro, por mais de um compasso em relação aos 4 compassos do giro das prendas.

CHIMARRITA
- Não será cobrado a descaracterização das fileiras de peões e prendas, na 2ª figura, pelo fato de se posicionarem intercaladas as fileiras de um grupo e outro de pares, ao se cruzarem na evolução da dança, porém não poderão caracterizar fileiras mistas de peões e prendas quando estiverem realizando movimentos no mesmo lugar. Por exemplo: na posição inicial e no momento das marcações de passos de polca da 2ª figura.

CHIMARRITA BALÃO:
- Posição inicial – não poderá ser caracterizado dependência dos pares para formar a dança.
- 2ª figura – será cobrado conforme descrição, o tempo de início e finalização dos giros dos peões, além da ação contínua do giro deste sapateio.

CHOTE CARREIRINHO:
- Posição inicial – não poderá ser caracterizado dependência dos pares para formar a dança.

CHOTE DE 7 VOLTAS:
- Posição inicial – não poderá ser caracterizado dependência dos pares para formar a dança.

CHOTE DE DUAS DAMAS:
- Na página 130, imediatamente após o desenho de um exemplo de realização da “figura do oito” deve ser acrescido de uma Nota para a repetição da Figura Fundamental.
- As prendas tem até a conclusão do 2º passo de marcha da 1ª, 2ª, 3ª e 4ª figuras, para tomar da saia com a mão que está livre.

CHOTE DE QUATRO PASSI:
- Entre a 3ª e 4ª figura, se optar em realizar um passo, que o mesmo caracterize um afastamento dos pares, ou seja, diagonal ou para trás.
- 1ª Figura - passo de retorno do passo de polca, deve ser para frente, igual ao descritivo da ida.

CHOTE INGLÊS
- 1ª Figura – para reinício da mesma, poderá ser realizada a tomada de mãos simultâneo ao 1º movimento do 1º passo de juntar, no caso de não realizarem um afastamento mediante a 1 passo de juntar descrito na Nota 1, página 148. Porém os passos de juntar deverão ser realizados lateralmente, sendo que diagonal para trás, caracterizará erro coreográfico.
- Na primeira e terceira figuras as conclusões dos cumprimentos poderão ser realizados simultâneo ao movimento subsequente.

HAVANEIRA MARCADA
- Posição inicial – não poderá ser caracterizado dependência dos pares para formar a dança.

MEIA CANHA
- Os pares não poderão formar outras posições geométricas antes de formarem a roda do início da coreografia mais usual e quando formada a roda de mãos dadas conforme descrição, a roda deve girar.
- Nota 2 - as variantes, quando executadas, devem manter as características desta dança, além de manter a formação de rodas concêntricas.
- Após o verso da prenda, todos os pares da roda devem dar as mãos para fazer a roda girar e somente depois que girar, poderá ser aberto o espaço para o par do centro voltar para roda.
- Variantes: os pares dançam ao som da Polca, ou seja, não pode dançar sem música e não pode alguns pares estarem dançando e outros parados.

PEZINHO
- A flexão da 3ª figura, deve ser mais acentuada em relação a flexão da 1ª figura.

QUEROMANA
- Posição inicial é em fila, podendo ser um tanto encurvada, desta forma, a formação inicial em meia lua, caracterizará erro coreográfico.
- 1ª Figura e repetição da mesma, sempre que houver espaço físico, os passos devem ser realizados para frente.
- 2ª Figura – será cobrada a mudança de formação da figura, caso inicie em fila e mude para curva ou vice versa.
- 2ª Figura – a acentuação deve ser de todos os movimentos e de forma a demonstrar uma intensidade na figura do “bate pé”.

ROSEIRA
- 1ª Figura - só será aceito um passo de juntar no meio do passeio se for para realizar um cumprimento ou reverência à prenda em função da característica do ciclo desta figura.
- 2ª Figura – o tempo musical para início dos passos de polca do valsado é o 9º compasso.
- 3ª Figura – será cobrado os tempos de início e fim do giro das prendas.

SARRABALHO:
- Não será cobrado a descaracterização das fileiras de peões e prendas, nas 1ª e 3ª figuras, pelo fato de se posicionarem intercaladas as fileiras de um grupo e outro de pares, ao se cruzarem na evolução da dança, porém não poderão caracterizar fileiras mistas de peões e prendas quando estiverem realizando movimentos no mesmo lugar. Por exemplo: na posição da 2ª figura.
- A descrição contida na Primeira Figura (página 217, 5º § na 3ª linha e na Terceira Figura página 219, 5ª linha) referente aos cumprimentos descritos, onde se lê: “cumprimentando-se”,
leia-se “Iniciando o cumprimento. ”

TATU COM VOLTA NO MEIO:
- 1ª Figura – os peões iniciam o sapateio no mesmo tempo descrito para o sarandeio das prendas.
- Para finalizar as variantes enlaçadas, só poderá ser realizado um passo de juntar complementar após o último passo e/ou salto de polca, não podendo realizar um afastamento mediante a um passo de juntar (2 movimentos) ou um passo de marcha.
- 2ª figura – será cobrado os tempos de início e fim dos giros das prendas.

TIRANA DO LENÇO:
- Posição inicial – não poderá ser caracterizado dependência dos pares para formar a dança.
- 3ª Figura – tal qual a primeira figura, os sapateios e sarandeios interrompidos deverão ser realizados mais ou menos na mesma posição que início a figura.

Interpretação Artística - ENART 2017

            A orientação dada pela equipe de interpretação artística, é que os grupos dancem de forma tradicional e simples, com cordialidade e respeito a mulher.

            Ressaltamos que a interpretação aborda alguns sentidos primordiais do ser humano, e através de diferentes expressões faciais e corporais é possível perceber as emoções que estão sendo vividas e /ou transmitidas.

            Sugerimos que os grupos mantenham a autenticidade e originalidade contidas nas danças, caso algum grupo opte por modificar ou estilizar algum movimento poderá ser penalizado.

Balaio
1ª figura – o deslocamento da roda no sentido anti-horário, as prendas devem iniciar o deslocamento pela sua esquerda para assim manter a tradicionalidade.
Assim como os passos de marcha desta mesma figura, devem ser realizados da forma mais simples, não podendo cruzar os pés ora pela frente ora por trás.
2ª figura – A flexão acentuada dos joelhos das prendas, ao final do sarandeio, deverá ser realizado para evidenciar o embolsar da saia. (PAG.75).

Meia canha
As quadrinhas, devem ser constituídas de 4 versos (linhas), cada uma constituída de 7 silabas poéticas), rimados normalmente o 2º com o 4º verso.

Pau de fitas
Atentar para o andamento musical, não descaracterize o ciclo coreográfico.

Pezinho
A flexão dos joelhos, na 3ª figura, deverá ser mais acentuada do que a da 1ª figura.

Quero mana
2ª figura – Tradicionalmente os passos de polca são realizados de maneira firme ao solo, caracterizando mais ou menos um “Bate Pé”

Levante
O levante deve contemplar o ciclo do fandango ou das danças hibridas.

Harmonia de Conjunto - ENART 2017

            A Equipe Técnica de Avaliação do Enart 2017, entende que as propostas apresentadas pelos grupos, devem ser feitas da maneira clara e objetiva, primando sempre pelo conceito básico e clássico de harmonia o qual se relaciona a ideia de beleza, proporção, posição e ordem.

            Entendemos ainda que dança pode ter ou pertencer a vários ciclos, mas o que induz e a representa, é o conjunto de movimentos acompanhados por uma música (melodia), sendo assim para a modalidade de danças tradicionais é o que fará tornar a dança bonita e agradável aos olhos de quem vê.